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Nossa
colunista:
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PATRÍCIA
M. SOUSA COELHO
Bacharel em Secretariado Executivo Bilíngüe,
pós-graduada
em Pedagogia Empresarial, atuando como Profissional de Secretariado
a quase 08 anos. |

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"REFLEXÃO DE NOSSAS
ATITUDES"
Este mês gostaria de focar o texto como uma reflexão de nossas atitudes. Propor um "balanço" de nossos comportamentos e verificarmos se estão realmente corretos.
"Uma moça estava na sala de embarque de um aeroporto à espera de seu vôo. Como deveria esperar muito pelo vôo, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem.
Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou: "Que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse".
A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: "O que será que este abusado vai fazer agora?"
Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.
Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva!
Então, pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.
Quando ela se sentou numa poltrona no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma bala, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechado. Só
então percebeu que o tempo todo estivera errada, sempre tão distraída, havia se esquecido de que suas bolachas estavam guardadas, dentro de sua bolsa. Ela sentiu tanta vergonha!
O homem havia dividido as bolachas dele sem demonstrar indignação, nervosismo ou revolta, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar ou para pedir desculpas. "
Quantas vezes comemos as bolachas dos outros sem termos consciência disso? Será que de alguma forma não estamos invadindo a área do nosso colega, mexendo em suas coisas, falando algo que não nos compete, etc. e que na verdade, não estamos dando conta de que nós é que estamos errados. Isso é muito comum de acontecer, afinal, somos falhos e na correria acabamos fazendo as coisas erradas e no momento errado. Cabe a nós corrigi-los antes que seja tarde.
Antes de concluir, observe melhor, talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa. Não faça má juízo do outro antes que ele prove ao contrário. Talvez julgar que a pessoa disse certa coisa só para lhe afrontar será uma tremenda falta de cuidado, pois poderá apenas ter dito algo sem pensar. E o que é pior, na maioria das vezes, não fica somente como na estória das bolachas que o senhor foi embora e nem percebeu o que se passava com a moça, poderá sim, não ficar apenas nos sentimentos, gerar atos errôneos e
conseqüentemente causar-lhe grandes conflitos.
Exemplificando melhor, force a sua mente e tente se lembrar de algo neste sentido que já lhe aconteceu. Alguma coisa que tenha vivenciado e que poderá perfeitamente mexer com você agora. Lembro-me na época de adolescente (que já não sou mais…) sempre me "enturmava" com pessoas que inicialmente eu simpatizava. Outros, porém, não me aproximava por achar a pessoa metida a "boa-de-cela". E, olha que várias vezes eu "cai do cavalo", em oportunidades forçadas, talvez por trabalhos indicados por professores, acabava tendo que me unir a tais pessoas, e no final percebia que não era nada daquilo que eu tinha concluído. Algumas acabaram sendo minhas melhores amigas!
Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
a palavra, depois de proferida;
a pedra, depois de atirada;
a ocasião, depois de perdida
e o tempo, depois de passado.
E, no próximo mês focaremos o primeiro item - Cuidado com as palavras! Se você tiver um caso interessante, que tenha vivido e que gostaria de ser citado e compartilhado através do próximo texto, envie-me contando como foi e será super interessante a sua participação!
Um grande abraço,
Patrícia Coelho.
FRASE DO MÊS: "A virtude de uma pessoa mede-se não por ações excepcionais, mas pelos hábitos cotidianos!"
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