|
Nossa
colunista:
|
PATRÍCIA
M. SOUSA COELHO
Bacharel em Secretariado Executivo Bilíngüe,
pós-graduada em Pedagogia Empresarial, atuando como Profissional de
Secretariado a quase 08 anos. |

|
Arriscar, ainda é o melhor caminho!
No mês passado falamos sobre a importância de sairmos da nossa zona de "aparente" conforto. Tenho certeza que muitos pensaram que na vida real não é tão fácil assim assumir esta direção, e que existem milhares de coisas envolvidas até que se consiga atingir este novo caminho. Isto é normal, pois este é um dos impactos que sofremos quando pensamos em "mudanças".
Não é preciso abandonar tudo e buscar novos caminhos sem pensar na conseqüência. E nem todas as coisas deverão ser substituídas. Destaco a importância de separarmos o que é "aparente" em nossas vidas. Algumas coisas são passageiras e podem nos causar grandes danos se não percebemos - com antecedência - o que está acontecendo com elas. Ficamos agarrados achando que fazem parte do nosso conforto, mas que no final não passam de um processo de mutação, e que, mais dia ou menos dia, acabará acontecendo. É necessário sim, observarmos o que é melhor e tomarmos uma decisão que nos auxilie na chegada de nossos objetivos e sonhos.
A velha frase "É melhor um pássaro na mão do que dois voando", é verdade, mas cabe a nós observarmos como está este pássaro: está em perfeita situação, sadio e pronto para nos atender? Ou será que está doente, problemático e que nos trará grandes dores de cabeça? Será que haverá tempo para percebermos isso e conseguiremos correr atrás do outro pássaro, antes que ele vá embora? E se ele for? Então, teremos perdido tempo em tentar segurar algo que na verdade não era para ser nosso, por causa do medo de tentar a conquista do outro.
A nossa oportunidade pode estar bem perto e devido a correria do nosso dia-a-dia ou por causa da nossa covardia não permitimos olhar com olhos diferentes para a situação.
Observe o texto abaixo de autor desconhecido:
"Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então:
"Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...
...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!
O soldado, admirado, apenas olha seu rei, que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta.
Às vezes os nossos obstáculos estão apenas disfarçados e nos causam medo. A vida sempre nos dá duas ou mais alternativas. E o que geralmente fazemos? Escolhemos a opção que nos faz permanecer na nossa zona de conforto ou a que "parece clara" qual será o nosso caminho. Tudo por falta de coragem!
"Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?"
Sonhe, sonhe alto, mas acima de tudo, busque meios para realizá-los.
Pense nisso!
Um grande abraço,
E até o mês que vem.
Patrícia Coelho
Frase do mês: "Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe
provando o contrário" A. Einstein
|