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ESPERAR PARA QUÊ?
(por Antônio Carlos Rodrigues*)
Esperar... Esperar... E esperar... Vivemos uma vida de esperas.
Somos em essência um povo muito esperançoso por alimentarmos e
exercitarmos a esperança, que é um sentimento virtuoso. Agora até
onde esperar é algo efetivamente bom? Como identificar se já não
esperamos demais que algo aconteça ou pelo melhor momento de fazer
alguma coisa? O que é certo é que em nome da esperança muitas
pessoas deixam para amanhã que poderiam fazer hoje. Acabam
responsabilizando até mesmo a Divina Providência por algo que na
verdade lhes compete.
Somos um país muito religioso. Aqui está a maior população católica
do planeta e uma série de outras religiões tem aqui grande
representatividade. E em tempos de novo Papa (Bento XVI, que Deus
nos abençoe), somos lembrados disso a todo o momento. O certo é que
muitos esperam que a solução de muitos problemas literalmente “caia
dos céus”, quando na prática a solução estaria em atitudes próprias
realizadas pela nossa vontade e decisão. A fé é um elemento
importante na concretização de tudo que pretendemos, mas apenas ela
não é capaz de muita coisa.
Acreditar, planejar e agir. Estas sim devem ser as bases que
sustentam a idealização a estruturação e a concretização dos nossos
objetivos. E você... Será que já não está na hora de colocar aquele
seu projeto em prática? Não seria este o melhor momento? Deixar para
depois, aguardando sabe-se lá que condições traz dois efeitos
negativos: o primeiro é o próprio adiamento de uma situação. O
segundo, é o fato de que quando deixamos para depois, nossa
determinação e entusiasmo sofrem abalos que podem ser
irrecuperáveis. Tendemos a desanimar e nossa convicção esmorece.
Muitos dias depois, acabamos até por desistir das coisas, meramente
por não ter colocado em prática no tempo adequado.
Antes de deixar seus planos de lado, ou simplesmente adia-los,
reflita:
• Existiriam alternativas para viabilizar a execução imediata?
• Coloque a cabeça para pensar caso seja necessário, pense se pode
obter ajuda externa.
• Reúna o máximo de informações sobre tudo que pretende. Apenas essa
atitude: a de se informar melhor, já pode dar maior base às suas
decisões.
• Considere alterar a sua idéia original, ajustando a própria
viabilização da mesma. Acredite, radicalismo não é algo que ajude
muito na execução de qualquer idéia.
• Divida com pessoas de confiança seus pensamentos e recolha
opiniões diferentes, isso sempre é de grande utilidade, pois ninguém
é absoluto.
• Dependendo do empreendimento, analise a possibilidade (e até a
necessidade) de estabelecer parcerias, pois com elas pode ser muito
mais fácil chegar a algum lugar.
Por fim, não desanime, não esmoreça ou perca as energias. Apenas,
repense formas de não desistir dos seus objetivos. Agindo assim,
você tem maiores chances de auto-realização e sucesso na carreira e
na vida. Pense
nisso e até a próxima!
* Antônio Carlos
Rodrigues - Palestrante e consultor, presta assessoria à empresas e
instituições nas áreas comercial e de marketing, gestão de imagem,
liderança, vendas e atendimento, desenvolve projetos e políticas de
marketing de relacionamento e fidelização de clientes:
contato@marketingpessoal.com.br.
Fonte: Artigo extraído do site
www.marketingpessoal.com.br
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