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IMAGEM
- o que ela é e o que não é
Há
muitas definições da palavra "imagem". Conheço uma mulher que
descreve imagem como "embalagem humana - maneirismos, padrões de
linguagem, hábitos de trabalho, postura - associada à América
corporativa e aos aspectos mais restritos de nossa sociedade
supostamente livre".
Essa
visão negativa não é única. Nos anos 80, que não podem ser
classificados como uma época de rebelião nacional, havia ainda muitas
pessoas na casa dos vinte ou trinta anos que consideravam a imagem
profissional um mito ou "o que o chefe queria que ele fosse". Na
melhor das hipóteses, ela era vista como as regras de um jogo que se
tinha de jogar quando se fazia parte do mundo dos negócios, na
pior, como manipuladora e desonesta.
Num
outro exemplo, havia pessoas das mesmas faixas etárias que definiam
imagem como ter confiança, ser flexível, transmitir competência ao
mundo e combinar o que você percebe de si mesmo com o que os outros
percebem.
Em
um mundo de experts, há abundância de especialistas em imagem
profissional. Os profissionais que ganham a vida ajudando os outros a
projetar a melhor imagem profissional possível definem o próprio
trabalho de modo semelhante ao segundo grupo de pessoas.
Jane
Miller, uma consultora de imagem de Chicago, defini imagem como "ser
verdadeiro mesmo e adaptar-se à situação do momento. O mais importante
na imagem que você vai projetar", ressalta ela, "è que ele
seja um reflexo do que você é".
Virginia
Horton-Bettman, presidenta da Best Suited for the Executive Image, uma
empresa cuja finalidade se reflete no nome, tem uma filosofia sobre o que
é e o que não é a imagem. Apontando como alvo inicial as percepções
negativas, ela afirma: "Imagem não é macete, jogo, truque ou
mentira, nem um substituto para conhecimento e habilidade. Ela é uma
ferramenta de comunicação, uma parte de seu pacote de habilidades e um
outdoor que anuncia quem você é, o que faz ou quão bem o faz."
Fonte: Cuide Bem de sua Imagem Profissional,
Bobbi Linkemer, Editora Nobel
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