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PRECEDÊNCIAS
O
Decreto no 83.186, de 19 de fevereiro de 1979, contém
as normas do cerimonial público, regulamentando a ordem de precedência
nas cerimônias de caráter oficial em Brasília, nos estados com
a presença de autoridades federais e nas cerimônias oficiais de
caráter estadual:
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A precedência dos governadores é determinada pela ordem
cronológica da constituição histórica de seus estados: Bahia,
Rio de Janeiro, Maranhão, Pará, Pernambuco, São Paulo, Minas
Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Ceará, Paraíba,
Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina,
Alagoas, Sergipe, Amazonas, Paraná, Acre, Distrito Federal, Mato
Grosso do Sul, Rondônia, Amapá, Roraima, Tocantins e Territórios.
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O cardeal tem a posição de príncipe herdeiro. Poderá
ser papa, considerado dignatário de país estrangeiro. No
protocolo, passa na frente de ministro e vem logo após o
presidente da República ou da autoridade máxima presente.
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Secretários de Estado têm sua precedência de acordo com
a ordem cronológica de criação do órgão do qual são
titulares. Justiça, Fazenda, Interior, Desenvolvimento Regional e
Obras Públicas, Agricultura e Educação são os primeiros em
ordem hierárquica.
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Os prefeitos municipais têm sua precedência determinada
pelo número de habitantes de cada município. Uma solenidade em
seu município, à qual o governador não comparecer, é ele quem
preside.
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Em igualdade de categoria, a precedência em cerimônias no
âmbito estadual é dada, em primeiro lugar, às autoridades
estrangeiras e, logo, às autoridades e funcionários federais,
estaduais e municipais. Tratando-se de missões estrangeiras, em
visita oficial ao Estado, a precedência de seus componentes cabe
ao Chefe da Missão residente determinar.
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Diplomatas, agentes consulares e personalidades
estrangeiras podem ser intercaladas entre as altas autoridades
federais, estaduais e municipais.
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Nas cerimônias empresariais, é comum destacar deputados.
Eles vêm depois dos secretários de Estado. Representando o
presidente da Assembléia Legislativa, através de comunicação,
um deputado ocupa o lugar devido àquele.
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Nos atos de inauguração, descerramento de placas e
aberturas de feiras, realizados com todos de pé, os membros da
linha de frente são colocados, como numa mesa de honra, de acordo
com as precedências.
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Até num documento, na assinatura de um contrato, existe o
lugar de honra. Fica à direita do papel e quem assina primeiro é
a pessoa mais importante.
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No aeroporto, quem desce primeiro do avião é a pessoa
mais importante de um grupo de empresário. Ao partir, ele embarca
por último e é fechada a porta do avião.
No
carro, o lugar de honra é atrás, à direita em relação ao
motorista. O carro ficará junto ao meio-fio da calçada e quem
entra primeiro é o convidado. O anfitrião, dando a volta, entrará
pela outra porta. Havendo mais de duas pessoas além do convidado,
quem fica no meio é aquela de menor hierarquia. Se for um
executivo jovem, sentará ao lado do motorista. Ao sair, é o
acompanhante que desce primeiro do carro. Se o motorista não
abrir a porta do convidado, o anfitrião poderá fazê-lo.
Fonte:
Boa Maneiras & Sucesso nos Negócios de Célia Ribeiro.
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