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Etiqueta:
a alma do marketing pessoal
(escrito
por Margot Cardoso)
(continuação)
A
postura chega antes de você
É
muito fácil perceber quando uma pessoa não está à vontade em uma festa
ou recepção. A cabeça fica projetada para o chão, os ombros caídos...
Já sei. Você conhece pessoas que são assim no dia-a-dia? É que,
infelizmente, existem pessoas que não se sentem à vontade no mundo.
Esses casos são bem mais graves e exigem ajuda especializada.
"A
postura corresponde a 90% do marketing pessoal", diz Lívio Callado,
consultor da Essence Ética e Etiqueta. "A postura equivale à
moldura de um quadro", justifica. De acordo com Lívio, ela se
classifica em dois tipos: física e de atitude. O primeiro exemplo citado
está na categoria das atitudes, a mais problemática. Infelizmente, nesse
caso não há roupa de grife que resolva. Nunca ande com a cabeça
projetada para o chão ou para o alto. Ela deve ser mantida em
equilíbrio, sem afetação.
A
maneira de se sentar é outra forma de problemas. "Ha pessoas que
não se sentam, se jogam como se estivessem em caso. Você está cansado?
Ninguém é obrigado a participar dos seus problemas", diz Lívio. A
postura adequada é uma responsabilidade diária, pessoal e
intransferível, que cabe só a você cuidar e preservar. Certas atitudes
são uma agressão a você e aos outros. Manter a postura correta é uma
forma de respeito às pessoas. Se você se respeita, é respeitado.
Outro
componente importante é a postura física. Infelizmente, a maioria ainda
não se convenceu da importância das atividades físicas. Além de
melhorar todo o funcionamento do seu organismo, exercícios melhoram a
postura, dão mais resistência às doenças, descarregam tensões, forma
de caminhar e se comportar. Não adiante argumentar que você não se
encaixa no perfil das tribos de academia. O importante é a atividade
física. Pode ser dança de salão, caminhada, musculação, axé,
hidroginástica, yoga...
Resolva
de vez essa pendenga: não é possível que você não se adapte a nada.
Prática esportiva não é questão de estética. É saúde e bem-estar.
Quem faz atividade física dificilmente fica indisposto, cansado ou
mal-humorado. Você já experimentou subir uma pequena ladeira ou um lance
de escada e depois quase morrer sem fôlego? O comum é você achar que
está ficando velho. Não é. É falta de exercício.
Fonte:
Revista Vencer - nº 6 - Março 2000
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