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Etiqueta Empresarial

 

 

Etiqueta: a alma do marketing pessoal

 

(escrito por Margot Cardoso)


Não reclame! Você precisa dela!

Se você tem um certo preconceito quando o assunto é etiqueta e boas maneiras, mau sinal. É justamente o grande indício de que você precisa muito delas. Mas para continuarmos no assunto, vamos começar destruindo o primeiro paradigma: ser fino e elegante não significa ser afrescalhado e esnobe. (Já que entramos nesse ponto, aqui cabe um alerta: pessoas excessivamente formais, "engomadinhas" e com cara de linha de montagem soam falsas e não agradam em lugar nenhum.)
Agora respondam uma pergunta: você já passou por situações em que não sabia como agir ou se comportar? Já foi a uma festa e se sentiu estranho e achou as pessoas esquisitas? Se você confirmou pelo menos uma destas perguntas, é certo que você também se recorde do mal-estar da situação. Certamente, isso aconteceu porque você não conhecia técnicas e regras da etiqueta. Quando dominamos completamente um assunto, a tendência é ficarmos mais seguros, confiantes e à vontade. 
Xeque-mate: este é o objetivo das regas de boas maneiras. Deixar que você fique o mais natural possível. Quando você tiver certeza de que sabe se comportar em qualquer ambiente e lidar com as pessoas se sentirá importante, seguro e automaticamente agirá com muita naturalidade. 
A conseqüência prática é que você será amado e admirado por todos - da copeira ao presidente. Não esqueça da regra número um do marketing pessoal: não basta você se achar maravilhoso, as pessoas também precisam achar. 
Imagine a seguinte situação: um profissional de origem humilde precisa conversar com um cliente importante. Existem aí duas grandes barreiras: a distância hierárquica e a distância social. Resultado: a dupla desvantagem vai deixá-lo inseguro e a insegurança não tardará a se transformar em constrangimento. Porém, se o profissional conhece as regras básicas de etiqueta social, o medo de cometer alguma gafe deixa de existir e ele vai se sentir mais seguro. As chances de sucesso são muito maiores quando as negociações são realizadas em cenários favoráveis, onde a única preocupação é o assunto. 

Fonte: Revista Vencer - nº 6 - Março 2000

 

 

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