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No
seu discurso de posse, o nosso novo Presidente disse que a palavra
que irá representar o seu governo será MUDANÇA, é tudo o
que o nosso país precisa mudar, mudar para melhor!
Desejamos
que em 2003 você seja capaz de mudar tudo aquilo que gostaria de
mudar, de mudar as coisas que estão lhe impedindo de crescer, faça
também da palavra mudança a sua bandeira em 2003!
Um
grande abraço e 2003 com muitas mudanças!!
Kátia
Pereira
Diretora
Operacional
Quem
tem medo de mudar passa a vida sem viver
(por
Prof. Gretz)
"Se
ficar melhor, estraga". De vez em quando escuto alguém dizer
esta frase, que, embora espirituosa, expressa claramente um medo de
mudar.
Acontece
que viver é um processo de mudança contínua e toda mudança está
ligada a riscos. Isso ocorre nas mais diversas situações da vida,
desde o momento em que estamos para nascer. O que sente o bebê
quando chega a hora de sair daquela vidinha tranqüila e vir aqui
para fora? A gente não se lembra, mas deve dar medo, principalmente
quando o médico nos segura pelos pés e dá umas palmadinhas. E
nesse momento, em que tudo nos é desconhecido, está começando uma
vida inteira.
Muitas
pessoas preferem trocar sua capacidade criativa, seus talentos
inexplorados e até mesmo a possibilidade de melhorias, por uma
suposta estabilidade. Assim fazendo, esquecem que nem mesmo teríamos
aprendido a andar a não ser na base do acerto e do erro. A criança
ousa levantar e cai. Levanta novamente e cai. E continua insistindo
até que uma sensacional mudança se implanta em sua vida: ela passa
a caminhar por conta própria.
"Ah,
está bom assim. Para que mudar?" – Essa frase, infelizmente
é muito comum, e não só quando o time está ganhando. A maioria
das pessoas prefere deixar as coisas como estão, pois já conhecem
e sabem lidar com o que possa acontecer. Em muitos ambientes de
trabalho vigora aquela filosofia terrível: "Quem trabalha
muito erra muito, quem trabalha pouco erra pouco e quem não faz
nada não erra." Conheci gente que passou toda a carreira
fazendo o mínimo necessário para que nada arriscasse o seu posto e
a sua futura aposentadoria. O que alguém assim terá para se
lembrar e contar para os netos? Será que vale a pena passar pela
vida sem viver?
Mudanças
são feitas de acertos e erros: sempre que você se propõe a mudar
alguma coisa, está se oxigenando. Se Thomas Edison não tivesse
tentado e errado por centenas de vezes, jamais teria conseguido
criar a lâmpada elétrica.
Assim
é a história de todos os inventos, descobertas e progressos em
geral. Tanto nas situações mais simples do dia-a-dia quanto nas
grandes decisões da nossa vida, nada vai adiante sem alguma dose de
risco.
Por
medo do desconhecido, as pessoas se apegam até mesmo aos problemas.
No livro "Conspiração Aquariana", Marly Ferguson conta
uma história muito interessante sobre isso. Ao receberem a notícia
de que um bando de bárbaros estava se preparando para invadir sua
cidade, os habitantes entraram em pânico. "Os bárbaros estão
chegando! E agora? O que faremos?!" Parou tudo e as pessoas
passaram a viver confusamente, em meio a esse pânico. Nada valia a
pena, porque os bárbaros estavam para chegar e seria um caos. Só
que os anunciados invasores não apareceram. Era boato, ou
desistiram de invadir aquela cidade. E o que antes era pânico
tornou-se perplexidade: "Mas então os bárbaros não estão
chegando? E agora? O que faremos?"
Nos
últimos anos, muita coisa tem mudado para melhor em nosso País e
inúmeras empresas – ou seja, inúmeros empresários e
profissionais – ficam sem saber como agir na nova realidade.
"A inflação acabou; e agora? Como vamos administrar nossos
investimentos?" "O mercado mudou; e agora? Como vamos
fazer?" O apego a paradigmas obsoletos (ou a problemas, muitas
vezes ilusórios, como os bárbaros da história) retarda qualquer
possibilidade de mudança.
A
vida não pára. Em nosso corpo, as moléculas mudam
incessantemente. O sangue circula e se renova sem parar. E vamos
seguindo através do tempo, como um rio que flui em seu leito e que
nunca é o mesmo de instantes atrás. "Águas paradas não
movem moinho", diz um antigo ditado, e são propícias a doenças,
como a dengue.
Fonte:
Site do Profº Gretz - http://www.gretz.com.br
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