Todos
os dias as glândulas sebáceas da pele produzem 2 gramas de gordura e
as sudoríparas entre 250 e 500 centímetros cúbicos de água (suor).
Essas substâncias formam uma mistura imperceptível o manto hidrolipídico
na superfície cutânea que funciona como uma barreira protetora
importante contra as agressões externas: poluição, vento, calor e
radiação solar.
Uma série de fatores, no entanto, podem atrapalhar esse equilíbrio,
diminuir a quantidade de gordura e de água do manto hidrolipídico,
comprometendo sua eficácia. Resultado: a pele fica ressecada, áspera,
sem brilho, com pouca elasticidade, surge uma sensação de repuxamento
e, em casos graves, com manchas brancas, que coçam e podem provocar
feridas. Pés, joelhos, pernas, braços, cotovelos e mãos são as regiões
mais propensas ao ressecamento, pois, por terem menor número de glândulas
sebáceas, são menos lubrificadas.
À medida que o manto hidrolipídico é reduzido pela ação de agentes
externos, as glândulas sudoríparas e as células cutâneas profundas
liberam água para a superfície na tentativa de repor esse componente.
Muitas vezes, como acontece com quem tem pele seca (por determinação
genética, esse tipo de pele produz menos sebo), tal reposição é
insuficiente. Nesse caso, para garantir um manto hidrolipídico adequado
é necessário aplicar hidratantes potentes. Sessões de hidratação
feitas por esteticista também ajudam a recuperar o manto hidrolipídico.
Outra medida indispensável é ingerir, no mínimo, 2 litros de água
por dia.
Fonte:
Site Paralela: www.paralela.com.br